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Escrito por Super User
publicado em

Esta bicicleta, criada por Benjamin Bowden, foi incluída na exibição “Britânicos podem fazer” em 1946. Conhecido simplesmente como Classic (e depois Spacelander), o design inicial de Bowden para a bicicleta incluía um motor que dava aos ciclistas um impulso extra para subir ladeiras.

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O design de Bowden deveria representar como seria uma bicicleta 20 anos para o futuro. E ela não entraria em produção antes de 1960 nos EUA. O único problema é que ninguém quis comprar uma. Ela era tanto fora de moda como incrivelmente cara (US$ 90, ou cerca de US$ 730, com valores ajustados pela inflação). Apenas cerca de 500 foram produzidas.

Leia mais: Esta era a bicicleta do futuro em 1946
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Escrito por Marcia Gondim

              

                                                                                                          Made with Google My Maps

O mapa colaborativo surgiu para facilitar a vida de quem pedala pela cidade. Com informações atualizadas e gratuitas sobre os pontos de interesse e infraestruturas dedicadas ao ciclista é também uma ferramenta online de apoio das para as prefeituras no sentido de orientar sua atuação na construção de políticas públicas cicloviárias.

O mapa reune os espaços sinalizados utilizados pelos ciclistas, além de oficinas, lojas e bicicletários.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) os espaços sinalizados possuem algumas diferenças. Veja quais:

Ciclovia
Espaço fisicamente separado do trafego dos demais veículos, de circulação exclusiva de ciclistas. Quanto ao sentido do tráfego pode ser unidirecional ou bidirecional, conforme marcação.

Ciclofaixa
Trata-se de espaço delimitado na própria pista junto com os demais veículos, calçada ou canteiro, mas exclusiva aos ciclistas. O tráfego pode ser unidirecional ou bidirecional.

Ciclorrota
Espaço compartilhado em que a circulação de bicicletas é compartilhada com pedestres ou veículos motorizados, melhorando a segurança. São utilizados com o objetivo e interligar ciclovias e ciclofaixas.

Consulte na internet o mapa colaborativo com dados da infraestrutura cicloviária da sua cidade e aproveite para planejar deslocamentos de bicicleta mais seguros.

Dicas da MEDGON para pedalar na cidade.

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Escrito por Martin Kuebler (av)

Depois de uma paralisação forçada pelas medidas de contenção do coronavírus, as cidades vão voltando a se mover. De ciclovias a mobilidade partilhada, algumas das medidas temporárias se tornam reformas permanentes.

Ciclistas em Berlim

Berlim aproveitou a redução de tráfego para ampliar parte de suas ciclovias

 

Após semanas de medidas rigorosas de confinamento, em muitas partes do mundo estabelecimentos comerciais e escolas estão cautelosamente começando reabrir suas portas. As ruas se enchem novamente de carros, ao som do noticiário radiofônico de tráfego de cada dia.

Algumas cidades esperam tirar vantagem da pausa forçada pela pandemia para lançar novas formas de mobilidade positivas para o meio ambiente, visando reduzir as emissões de gases do efeito estufa e ao mesmo tempo ajudar quem se desloca para o trabalho ou escola a manter a distância física. 

Leia mais: Como a pandemia está transformando a mobilidade urbana
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Escrito por Bike emagazine.com.br

Ciclista na Volta a Portugal 2019

Do Bikemagazine
Foto de divulgação/Paulo Maria

Na Europa, os governos ainda não tomaram um posicionamento unânime a respeito dos ciclistas poderem treinar na rua durante a pandemia coronavírus. Enquanto Itália, Espanha e França endureceram as regras, impedindo as pedaladas, em Portugal a Federação Portuguesa de Ciclismo comunicou aos ciclistas com contrato profissional que eles estão liberados para treinar ao ar livre. Já os demais cidadãos poderão fazer saídas de curta duração para atividade física, sem acompanhante.

Leia mais: Portugal autoriza ciclista profissional a treinar ao ar livre