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out 17, 2019 Brasil Ride, Competições, Destaque

Avancini encerra o ano como o número 2 do ranking mundial

Do Bikemagazine
Fotos de divulgação

Henrique Avancini começa neste domingo (20 de outubro) mais uma ultramaratona Brasil Ride. Campeão em 2018 com o colega de equipe Cannondale, o alemão Manuel Fumic, com quem também disputa a ultramaratona Cape Epic, Avancini está em busca do tetracampeonato, o que o colocaria como o maior campeão da elite masculina.

Atual campeão brasileiro de XCO (cross country olímpico), Avancini encerra 2019 como o número 2 no ranking mundial da UCI (União Ciclística Internacional), além de ter sido o terceiro colocado geral da Copa do Mundo de MTB XCO na temporada. Na Brasil Ride, foi campeão em 2013, ao lado de Sherman Trezza; em 2017, com Jiri Novak (CZE), e em 2019 com Fumic.

Avancini e Sherman Trezza na edição de 2013

Em entrevista, Avancini fala sobre suas expectativas para a disputa de 2019, que ele considera a edição com o “mais alto nível” até hoje. 

Qual é a tua relação com a Brasil Ride?
A Brasil Ride é uma corrida muito especial para mim, pois foi uma das minhas primeiras grandes vitórias de uma prova com prestígio internacional, em 2013. Para mim sempre foi uma boa chance de desenvolvimento, de comparação de parâmetro a grandes nomes do nosso esporte. E hoje é uma grande festa, uma corrida que entro para gastar o que sobrou durante a temporada.

Como está sua preparação para defender o título?
A preparação para a Brasil Ride foi positiva. Consegui balancear bem o desgaste da temporada, que foi extensa, com resultados expressivos conquistados durante o ano.

Quem são os principais adversários?
Temos este ano adversários de peso na lista de inscritos. Talvez seja a edição de mais alto nível, em dez anos de competição.

Henrique Avancini e Jiri Novak na edição de 2017

Fumic e Avancini na Brasil Ride de 2018 Foto: Hudson Malta

Sua experiência na prova é uma vantagem em relação aos demais?
Se eu pudesse apontar uma vantagem é justamente ser um piloto local neste pelotão de frente. Vou contar não só com o conhecimento cultural, mas principalmente com o apoio dos amantes da bike, algo que me motiva e impacta bastante nos estrangeiros.

Como encara a possibilidade de tornar-se o maior campeão da elite masculina?
Vamos ver se a gente consegue alcançar esse feito. Estou bastante animado para competir e com certeza vamos entrar na prova com bastante seriedade para defender o título.

Qual é o balanço desta temporada em que você esteve o tempo inteiro entre os melhores?
Esta é a última parada para mim, em que fiz resultados expressivos e provavelmente a melhor temporada da minha carreira. Terminei mais uma vez na segunda colocação mundial e na terceira na classificação geral da Copa do Mundo. Chego para a Brasil Ride em um momento memorável, em um ponto de destaque para mim, minha equipe e as pessoas ao meu lado e quem torce para mim.

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